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 INVESTIGAÇÕES SOBRE A IGREJA SUD
JS 2 - caçador de tesouros

CAÇADOR DE TESOUROS E VISIONÁRIO



Entre os fazendeiros de New England, em Vermont e em New Hampshire, o sonho de encontrarem tesouros enterrados pelos povos indígenas ou espanhóis não era raro. Vários caçadores de tesouro lideravam grupos para cavarem o solo em locais “especiais”.




Quando Joseph era adolescente, um mágico e caçador de tesouros itinerante, chamado Luman Walters, ou “Walters o mágico” parou em Palmyra e ofereceu seus serviços aos residentes locais. O adivinhador afirmou que poderia localizar não apenas água subterrânea, mas também tesouros enterrados! 



Ele inspirou confiança suficiente em alguns fazendeiros, que o contrataram por 3 dólares por dia para procurar tesouros em suas terras. 


AS PEDRAS MÁGICAS - OU PEDRAS DO VIDENTE

Walters possuía várias pedras mágicas para descobrir a localização dos tesouros e também um velho livro, que ele afirmava ter ali os escritos dos antigos índios, e que continha uma escrita incompreensível aos homens. Esses escritos revelavam a localização dos tesouros indígenas.


O jovem Joseph mostrou-se muito interessado nas capacidades do adivinho (ocultismo) e passou o máximo de tempo em sua companhia, tentando compreender e aprender as qualidades de Walters. Quando nenhum tesouro foi encontrado e nenhum fazendeiro estava mais disposto a contratá-lo, o adivinho saiu da cidade, mas Joseph já havia aprendido bastante.


Há várias versões de como Joseph encontrou sua pedra de vidente e quantas eram - veja AQUI. 


O SUCESSO DE JOSEPH COMO VIDENTE


Joseph e seu pai sucederam o caçador de tesouros profissional. Juntos, eles alcançaram notoriedade local nesse empreendimento. Os primeiros relatos deste “time” formado por pai e filho na busca de tesouros data de 1819, quando Joseph tinha 13 anos.


De 1819 a 1926, Joseph dedicava ativamente meio período de seu tempo na busca a tesouros, usando seu carisma natural e atuação teatral, além da "Pedra do Vidente".

Joseph passou cerca de 2 anos olhando as pedras, falando sobre fortunas, onde encontrar coisas perdidas e onde cavar para achar dinheiro e outros tesouros escondidos.

Ele também se valia de rituais mágicos e ocultos. Porém, a despeito de todo tempo empregado, não há registros de nenhum tesouro encontrado. 

Durante esse período, Joseph ultrapassou seu pai em reputação popular como praticante dessa atividade subjetiva.




Apesar de não encontrarem nenhum tesouro, os homens realmente acreditavam que Joseph Smith tinha um dom espiritual e podia ver baus de ouro quando escondidos sob a terra.


Com isso, Joseph tornou-se consciente de que as pessoas facilmente acreditavam nele, e que ele poderia ser um instrumento dos desejos de Deus. 

Ele acreditava que, mesmo através de meios infames, Deus trabalharia através dele. Ele percebeu isso quando liderou grupos na busca de tesouros, em Nova York e Pennsylvania. Esta experiência em liderança espiritual foi de grande valor, pois Joseph aprendeu como criar um ambiente de fé – um ambiente onde as pessoas podiam praticar sua fé e serem convertidas.

Várias declarações confirmam que Joseph Smith atuava como caçador de tesouros e com vários indícios de ocultismo. Mr. Stafford relatou:




"Uma outra vez, eles [os Smith]  elaboraram um esquema, através do qual eles pudessem saciar sua fome com a carne de meu carneiro. Eles viram, no meio dos meus carneiros, um que era grande, gordo e preto. 


"O velho Joseph e um dos seus filhos vieram até mim um dia, e disseram que Joseph Jr.  havia descoberto alguns tesouros impressionantes e valiosos, e que poderia ser obtido apenas de uma forma.

"Essa forma era a seguinte: aquele carneiro preto deveria ser levado ao solo onde o tesouro estava enterrado - e após cortar a sua garganta, ele deveria ser movimentado formando um círculo, enquanto ainda sangrava. Isto feito, a raiva do espírito demoníaco ficaria calmo e o tesouro poderia ser obtido, e que minha parte seria 4 outros carneiros. 

"Para matar minha curiosidade, eu deixei que levassem o carneiro gordo. Depois de certo tempo, me informaram que aquele carneiro havia sido morto de acordo com os mandamentos, mas houvera algum erro no processo, e não surtiu o efeito desejado.  

"Essa, acredito eu, foi a única vez que eles fizeram da caça ao tesouro uma atividade rentável. Entretanto, eles estavam constantemente rodeados por um grupo sem valores, cuja função era cavar em busca de tesouros à noite, e que, durante o dia, tinham mais a ver com carneiros que com dinheiro"(Early Mormon Documents, vol. 2, p. 61). 

É interessante notarmos que Oliver Cowdery também possuía um dom sobrenatural, que em uma revelação publicada no Livro de Mandamentos (mais tarde, Doutrina e Convênios), Joseph chamou de "o dom de trabalhar com a vara da natureza" e que, na primeira edição de DeC, em 1835, foi alterado para "dom de Aarão". 

Tratava-se do uso mágico e muito popular na época, de uma vara (ou gravetos divinos) para descobrir água e minerais, o mesmo tipo da vara usada por seu pai e tio (veja AQUI).

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