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 INVESTIGAÇÕES SOBRE A IGREJA SUD
LdM - DNA 3

TEORIAS - DNA x LdM


Os mórmons talvez acreditem que os estudiosos SUD estão unidos na defesa do Livro de Mórmon em relação aos resultados de DNA. No entanto, as suas respostas apologéticas SUD frequentemente contradizem os argumentos de seus colegas.  A seguir, listo algumas delas:


1 - Hemispheric Geographists. Alguns recusam-se a aceitar qualquer prova de  DNA, mantendo a opinião tradicional de que os Lehitas eram o grupo único da pré-história do Novo Mundo


2 - North American Geographists. Esta teoria, com um número crescente de adeptos, argumenta que as civilizações Lehita e Jaredita estavam localizadas nas imediações do Estado de Nova York, na América do Norte


3 - Alternative Geographists. Alguns SUDs vão à outro extremo, acreditando que o Lehitas sequer chegaram às Américas, mas sim colonizaram outras terras, como a península da Malásia no Sudeste da Ásia


4 - Limited Geographists – Grande parte dos acadêmicos e teólogos SUD estão promovendo esta teoria da “geografia limitada" (veja maiores informações em português AQUI e em ingles AQUI). Como é a teoria mais aceita pelos mórmons, ela será discutida adiante.


John Sorenson e seus colaboradores do Instituto Neal A. Maxwell (BYU) são grandes defensores da “geografia limitada”. Nela, todos os eventos descritos no Livro de Mórmon teriam ocorrido apenas em uma pequena região da Mesoamérica.


Assim, os nefitas e lamanitas, descendentes dos filhos de Lehi, seriam compostos por um pequeno grupo de colonos que emigraram de Israel e desembarcaram na América Central. Ao chegarem ao Novo Mundo, não se expandiram muito além de suas áreas de desembarque, ficando o DNA hebraico limitado à essa região.


Nesta teoria, a América do Norte já estaria grandemente povoada por grupos que vieram préviamente da Sibéria e, consequentemente, a contribuição hebraica no patrimônio genético dos índios americanos seria indetectável.



O SUD Daniel Peterson, professor da Asian and Near Eastern Languages da Universidade Brigham Young, disse:


"A idéia de que a América pode ter sido majoritariamente habitada por povos do nordeste da Ásia é perfeitamente compatível" com a doutrina Mórmon.


Na época em que esta teoria surgiu, não haviam dados suficientes sobre os indígenas da Mesoamérica. Porém, posteriormente, vários estudos foram realizados com estes povos, tanto na América Central como na América do Sul, por González [1], Dornelles [2], entre outros. Os resultados mostram que não há vestígios de DNA do Oriente Médio nestes grupos (nem DNA mitocondrial ou linhagem X, respectivamente).


Michael Whiting é um professor adjunto da Biologia Integrativa na Brigham Young University (BYU).  Ele citou dois fenômenos que poderiam ser a causa do desaparecimento dos marcadores genéticos ancestrais do Oriente Médio. Os dois fenômenos são:


- Deriva genética: alterações na constituição genética de uma pequena população devido ao acaso, e


- Efeito Fundador: mudança na constituição genética de uma população colonizadora, pois esta população é constituída por um número limitado de indivíduos de uma população de origem. Assim, seus descendentes teriam os mesmos marcadores genéticos que o grupo fundador, e não da população original. [3,4]


O resumo de sua palestra diz, em parte:


"... estes argumentos [contra o livro de mórmon] são cientificamente falhos, demonstram uma incompreensão da base dos métodos modernos de análise de DNA, ignoram as pesquisas modernas e históricas do livro de mórmon, e ofuscam as questões fundamentais, reconstruindo os fatos históricos através da inferência do DNA.... A análise do DNA não pode refutar facilmente nem confirmar a história da linhagem descrita no Livro de Mórmon e o DNA não auxilia em nada sobre a autenticidade do texto." [5]


Após o discurso, Steven Clark, presidente da Sociedade Salamander, disse:
"O que eu espero que aconteça é que o Presidente da Igreja tome uma decisão definitiva sobre quem são os lamanitas." [5]


Segundo o repórter Marcos Nolte:
"Whiting disse que o livro de Mórmon não foi escrito como um livro científico, e portanto não pode ser totalmente provado ou refutado através de métodos científicos". [5]


Thomas W. Murphy, presidente do departamento de antropologia em Edmonds Community College, em Seattle, respondeu:


"O resumo inclui imprecisões grosseiras de pesquisadores, incluindo a minha, que alegam que as evidências genéticas até aquela data não desmentem a teoria mórmon, em parte ou no todo, de uma ascendência israelita dos nativos americanos. Peço para você corrigir esses erros no resumo e apresentação, ou você facilitará a resposta daqueles que você difamou." [6]



Outras hipóteses para o “desaparecimento” do DNA hebraico foram levantadas, ainda dentro da “geografia limitada”, como a diluição genética.


O  pesquisador mórmon John M. Butler é especialista em DNA e um dos defensores de que teria existido contato entre os Lehitas e os habitantes do continente americano. Assim, seria possível assumir a existência de casamentos entre os dois grupos, e ao longo de centenas de anos, teria acontecido uma diluição dos genes hebraicos, sendo improvável sua detecção nos atuais exames de DNA.


"... Um exame cuidadoso e a análise demográfica recorde do Livro de Mórmon ... implica que outros grupos provavelmente estavam presentes na terra prometida quando a família de Lehi chegou, e esses grupos podem ter se misturado geneticamente com nefitas, lamanitas e outros grupos.
Os eventos relacionados no Livro de Mórmon provavelmente ocorreram em uma região limitada, deixando muito espaço para outros povos nativos americanos terem existido ". [7]


Thomas W. Murphy não concorda com esta conclusão. Ele aponta outros estudos de grupos onde a genética foi usada para rastrear suas origens até a época de suas migrações iniciais. [8]


Outro exemplo que invalida essa teoria são os resultados dos estudos com a tribo Lemba, pois sua história é semelhante à dos imigrantes judeus do livro de mórmon.


Várias revistas científicas de prestígio publicaram artigos sobre essa tribo Lemba do sudoeste africano. Eles alegam ser uma das tribos perdidas de Israel, que aparentemente desapareceu após a dispersão dos judeus.

 
Eles haviam migrado para o Iêmen por volta de 7 aC. Entre 300 a 700 anos mais tarde, alguns deles foram para a África, onde se dividiram em dois grupos: um foi para o oeste (tornaram-se conhecidos como os judeus da Etiópia) e outro para o sul, conhecidos como a tribo Lemba.


Embora eles não conservaram a sua língua-mãe, os Lemba ainda podem lembrar muito da língua falada pelos seus antepassados, e mantiveram muitas das tradições judaicas.


Apesar de terem se casado com outras tribos e, por isso, sua aparência física não diferir da dos seus vizinhos negros, os testes genéticos revelam claramente a sua ascendência judaica.



A análise do cromossomo Y dos Lemba mostrou que aproximadamente 50%  deste parece ser de origem semita. Trinta e seis por cento era de origem Africana, e a origem dos 14% restantes não podia ser resolvida pela metodologia utilizada na época.



 Dr Himla Soodyall, da Unidade South African Medical Research Council's Human Genomic Diversity and Disease Research, explica que:

"uma combinação particular [de genes] do cromossomo Y ou haplótipo - conhecido como Cohen Modal Haplotype ou CMH - estava presente no Lemba com uma frequência por volta de 9%. Este haplótipo só é encontrado em alta freqüência de sacerdotes judeus, portanto parece corroborar a história sobre a origem desse grupo".


O haplótipo CMH ocorre no grupo Lemba em uma freqüência semelhante à das grandes populações judaicas. Ainda mais impressionante é o fato de que esta assinatura genética CMH está fortemente associado ao clã Buba do Lemba, que havia desempenhado um papel de liderança.



Brant Gardner, com formação em estudos mesoamericanos e antropologia, dirigiu a Conferência Book of Mormon Lands em outubro de 2007, em Salt Lake City, UT. Esta conferência é um evento anual patrocinado pelo Book of Mormon Archeological Forum


Ele criticou Thomas Murphy  por dizer que o Livro de Mórmon é "uma peça de ficção do século XIX". Gardner sugere que Murphy:


"...  não acreditava no livro antes e saiu à procura de elementos que poderiam apoiar seu ponto de vista. Ele nos dá informações sobre o que a ciência está fazendo, mas ele está concluindo o que ele já havia decidido."


Gardner diz ainda que as pessoas estão sofrendo do "efeito CSI" – um respeito superestimado para testes de DNA, como resultado de assistir a muitos programas de TV que apresentam vários cientistas forenses. Ele disse que há grandes limitações sobre o que um exame de DNA pode nos dizer sobre a linhagem de uma família. Ele disse:


"A maioria [dos testes de DNA] indica apenas parte da ancestralidade de uma pessoa”



Ele também aponta que um efeito de “gargalo genético” (ilustração ao lado) pode ter acontecido. Isto ocorre quando apenas algumas pessoas de uma grande população sobrevivem a um grande cataclisma, assim  os cientistas são capazes de testar apenas o DNA dos descendentes dos dos que sobreviveram. Os que não sobreviveram poderiam ser os verdadeiros representantes genéticos do grupo, com DNA muito diferente.


Assim, ao entrarem em contato com os espanhóis, grande parte dos lamanitas teria morrido. Os sobreviventes não seriam portadores do DNA do grupo original, mas de um DNA distinto, assim como todos os seus descendentes. Esta teoria é similar à teoria do efeito fundador, mas as causas são distintas.


Porém, ele lançou suspeitas sobre a veracidade das provas de DNA. Ele referiu-se a vários cenários históricos onde testes de DNA não revelam o que aconteceu. Ele disse:


"O que sabemos hoje sobre o Livro de Mórmon é mais do que sabíamos há 10 anos, e o que sabíamos há 10 anos tinha alguns equívocos. Nossas opiniões continuará a mudar, mas isso não muda a veracidade do livro."


O PROBLEMA DE ACREDITAR NA “GEOGRAFIA LIMITADA”


Essa teoria tráz vários problemas para os SUDs. Entre eles, a existência de um segundo Morro Cumora na mesoamerica, assim como o transporte das placas, por mais de 3000 milhas, para o morro Cumora (foto ao lado) de Nova York.


Porém, sem sobra de dúvidas, o problema mais conflituoso com essa teoria são as escrituras dadas à Joseph Smith, supostamente por Deus, que frequentemente se refere aos índios norte-americanos na América do Norte como os lamanitas,  assim como os discursos dos vários profetas. [9]


Os mórmons devem aceitar como escritura ou revelação todas as proclamações e declarações dos oficiais da Igreja, uma vez que tenham sido examinadas e aprovadas pelas autoridades gerais.


Assim, abaixo, temos as seguintes declarações:


Concernente à origem dos indígenas das américas:


"A proclamação dos Doze Apóstolos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias: para todos os reis do mundo, para o presidente dos Estados Unidos da América, para os governadores dos diversos estados e para os governantes e dos Povos de todas as nações".


"Nós testemunhamos que a doutrina presente é a doutrina ou evangelho de Jesus Cristo na sua plenitude, e este é único, verdadeiro, eterno e imutável evangelho; e é o único plano revelado na terra pelo qual o homem pode ser salvo."


"Nós também prestamos testemunho de que os" índios "(assim chamados) da América do Norte e do Sul são remanescentes das tribos de Israel, como se manifesta, agora, pela descoberta e revelação de seus antigos oráculos e seus registros.


"E que eles estão prontos para receberem uma proteção fraterna, serem civilizados e serem uma nação nesta terra gloriosa.”


"Eles também receberão o conhecimento de seus antepassados, e da plenitude do evangelho, e eles vão adotá-la, e se tornar um ramo justo da casa de Israel."[10]



Esta posição foi confirmada em abril de 1971 pelo [então] Apóstolo Spencer W. Kimball (foto ao lado) na Conferência Youth Lamanita:


"Vocês tem sangue real, [são] os filhos de Abraão, Isaac, Jacó, José, e Lehi."


"É com orgulho que digo àqueles que vêm ao meu escritório que um lamanita é um descendente de Lehi, que deixou Jerusalém seiscentos anos antes de Cristo, e com sua família, cruzou as poderosas profundezas e desembarcou na América. E Lehi e sua família se tornaram os ancestrais dos todas as tribos indígenas e seus mestiços na América do Norte, do Sul e Central e nas ilhas do mar. E nessa história houve quem deixou a América em navios e decidiram ir para as ilhas do mar".


Uma vez que a declaração do élder Kimball designou claramente que os nativos das Américas do Norte, do Sul e Central são remanescentes das tribos de Israel, e que:


a - esta proclamação foi aprovada pelo Comité Permanente do Quórum dos Doze Apóstolos, no momento da sua publicação;  e


b - as observações Elder Kimball foram mais tarde publicadas em um artigo na revista Ensign, em julho de 1971, com o título "Of Royal Blood",


Não deve haver nenhuma dúvida na mente dos SUDs sobre a identidade dos povos do Livro de Mórmon.


De fato, na mesma edição da Ensign acima citada, as observações do élder Kimball são precedidas por "Os lamanitas (Introdução)", que afirma o seguinte:


"A maioria dos membros da Igreja sabe que os Lamanitas, que consistem nos índios de todas as Américas, bem como os habitantes das ilhas do Pacífico, são um povo com uma herança especial. Eles também são um povo com problemas especiais em relação à sociedade contemporânea".


Concernete à quantidade de lamanitas:


Contrariando as atuais afirmações que os lamanitas eram um grupo pequeno e que seu DNA fora diluído entre as populações pré-existentes nas américas, várias citações devem ser observadas:



Spencer W.Kimball pregou, em uma conferência realizada em abril de 1947, que os nefitas e os lamanitas podiam ser numerados em “centenas de milhões de pessoas que viveram no continente americano".


Devemos notar que uma leitura honesta e literal do Livro de Mórmon não apóia a tese de que a população lamanita fosse relativamente insignificante.


Em uma palestra proferida por Murphy no Simpósio Sunstone, na cidade de Salt Lake, ele explicou que:


"a extinção genética reclamada pelos novos defensores do Livro de Mórmon é incompatível com as declarações da obra que identifica os lamanitas e nefitas como multidões, muitos milhares, e milhões de descendentes" (grifo nosso). Disse ainda que "os profetas do livro mórmon prenunciam a descendência de Lehi não somente para o presente, mas também para a posteridade".


Em defesa de seus argumentos, Murphy menciona um texto mórmon cujo conteúdo registra a visão de um anjo visto por Néfi, filho de Lehi:


"E aconteceu que o anjo me disse: Olha e vê a tua semente e também a semente de teus irmãos. E olhei e via a terra da promissão; e vi multidões de pessoas, sim, e pareciam tão numerosas quanto a areia do mar" (1Néfi 12.1).



Na página 33 do "Manual de Estudante do Livro de Mórmon", uma publicação de 1979, consta a explicação de que "a 'semente' refere-se aos nefitas, enquanto que 'a semente de teus irmãos' refere-se aos lamanitas". Na mesma visão, Néfi declara:


"E aconteceu que olhei e vi que a semente de meus irmãos havia vencido a minha semente; e espalharam-se em multidões pela face da terra" (1Néfi 12.20). 

Os mórmons acreditam que esta profecia ter-se-ia cumprido cerca de 421 d.C., na batalha do Monte Cumorah (foto acima). 


Ainda, em seu discurso, o anjo que falou a Néfi (figura ao lado) prometeu que:


"o Senhor Deus não permitirá que os gentios destruam completamente a mescla de tua semente que está entre os teus irmãos" (1Néfi 13.30).


Líderes mórmons afirmaram de que os descendentes de Lehi permaneceriam abundantes e poderiam ser facilmente identificados.


O presidente da igreja mórmon, Gordon B. Hinckley, também declarou que aqueles descendentes de Lehi (mencionados em Néfi) poderiam ser identificados. Em várias ocasiões, Hinckley empregou em seus discursos de dedicação de templos mórmons palavras que validam a veracidade do Livro de Mórmon.


Em 6 de março de 1999, em seu discurso de consagração do templo de Juarez Chihuahua (localizado no Norte do México), Hinckley rogou a Deus que:


"abençoe os Santos (mórmons) para que eles continuem vivendo aqui sem maiores incômodos. Para que possam viver em paz e segurança. Para que sejam prósperos no cultivo de seus campos e persistentes em suas vocações. Para que os filhos e filhas do pai Lehi cresçam em força e usufruam do cumprimento de todas as promessas antigas relacionadas a eles" (grifo nosso).


Em 7 de agosto de 1999, a igreja mórmon publicou, no periódico LDS Church News, a oração de dedicação conferida pelo presidente Hinckley por ocasião da consagração do templo de Guayaquil, Equador. Novamente, Hinckley identificou os fiéis mórmons como descendentes literais de Lehi:


"Tem sido algo muito interessante contemplar a congregação dos descendentes do pai Lehi quando se reúnem no templo. Muitas dessas pessoas têm o sangue de Lehi correndo em suas veias, e isto é justamente o fator que promove seu grande interesse e responsabilidade"


Ainda na mesma oração de dedicação do templo equatoriano, Hinckley fez uma advertência aos fiéis acerca de:


" pessoas que se denominam instruídas e que deixam seu intelecto arruinar os fundamentos de sua espiritualidade e insistem em conduzir sua fidelidade, ignorando aqueles que foram designados por Deus para conduzir o povo..: Há aqueles que sentem que seus líderes vivem fora da realidade de nossos dias. Eles tentam conduzir os membros substituindo a revelação de Deus dada aos nossos profetas pelos seus próprios conhecimentos".


Essas palavras de precaução não estão diretamente relacionadas à questão do DNA, porém, podem provar o tamanho da confusão que envolve os mórmons que gostariam de permanecer fiéis às suas lideranças eclesiásticas, mesmo diante da disparidade existente em suas interpretações acerca do Livro de Mórmon e aquelas defendidas por alguns da Universidade de Brigham Young.


Diante de tais declarações, torna-se ainda mais difícil conciliar as reivindicações do Livro de Mórmon com  essas novas teorias ou com os dados científicos, que estão em visível oposição à veracidade do LdM.


Na tentativa de acalmar as inquietações dos mórmons, a igreja publicou diversos artigos sobre a questão do DNA no site oficial da igreja na Internet. A página eletrônica é clara em mostrar, porém, que tais artigos não consistem de "posições e declarações oficiais da igreja".


Porém, o grande problema dos apologistas SUDs é que eles defendem o testemunho na historicidade do livro de mórmon, mas negam os 180 anos das declarações proféticas ligando os indígenas de toda a América aos hebreus.


Assim, temos:


1 - Uma nova história do livro de mórmon


• O Lehitas conheceram e se integraram totalmente com as civilizações do Novo Mundo logo após a sua chegada
• Os índígenas americanos abriram mão de controlar sua civilização, sem resistência à um grupo de Hebreus deslocados
• O termo lamanita é principalmente um termo cultural (os maus)
• A genética lamanita foi praticamente eliminada ou perdida
• As civilizações do Livro de Mórmon localizavam-se na Mesoamérica, e não em todo o continente americano
• Existem dois morros Cumôra, onde as placas de ouro foram armazenadas. Um na Mesoamérica mencionado no Livro de Mórmon e um em Nova York, equivocadamente tida como o Cumôra do Livro de Mórmon, de forma equivocada por todos os profetas SUDs que já viveram, assim como por praticamente todos os SUDs.
• O estreito braço de terra (1 dia e meio de caminhada) é o nem tão estreito istmo de Tehuantepec, no México
• Moroni carregou placas de ouro com um peso de aproximadamente 60- 80lb, do México até Nova York, para que as placas fossem convenientemente achadas por Joseph Smith.


2 - Descartando as declarações proféticas


• Qualquer coisa dita por Joseph Smith que conecte a América do Norte com as civilizações do Livro de Mórmon (Zelph etc) é apenas a opinião dele
• Quando Deus se refere aos índios, no oeste dos Estados Unidos, como lamanitas em DeC, é apenas a opinião pessoal de Joseph Smith que está influenciando a escritura
• Qualquer coisa que qualquer profeta disse implicando que há milhões de lamanitas em toda América do Norte e América do Sul é apenas opinião pessoal e não doutrina


Isso tudo é feito com a garantia de que os SUDs apóiam as teorias apologistas. Ainda, é esperado que os membros fiéis aceitem tudo sem o menor questionamento, sem pensarem que uma outra mentira está sendo imposta para cobrir a mentira original.


Até que a igreja decida defender ou denunciar os comentários de seus líderes e membros que tentam encontrar uma resposta intelectualmente consistente para a fé que advogam, os mórmons continuarão a negar os fatos ou enfrentar o dilema entre a acreditar  na ciência ou a ter fé nas revelações dos seus profetas.

 

Por qual delas se decidirão?



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Notas:


1 - Gonzaléz-Oliver A., et al. 2001. Founding Amerindian mitochondrial DNA lineages in ancient Maya from Xcaret, Quintana Roo. Am J Phys Anthropol 116 (3):230-35.
2 - Dornelles, C., et al. 2005. Is haplogroup X present in extant South American Indians? Am J Phys Anthropol 127 (4):439-48.
3 - Mark Nolte, "Book of Mormon DNA report refuted by BYU professor," Brigham Young University, at: http://newsnet.byu.edu/story.cfm/41852/
4 - "DNA Glossary," at: http://www.latterdaylampoon.com/
5 - Michael Whiting, "Campus Lecture: Does DNA Evidence Refute the Authenticity of the Book of Mormon?: Responding to the Critics," at: http://farms.byu.edu/
6 - "DNA and the Book of Mormon people," LDLampoon, at: http://www.latterdaylampoon.com/
7 - Peggy Stack, "Single word change in Book of Mormon speaks volumes," Salt Lake Tribune, 2007-NOV-08. This is no longer online. However a copy is at: http://www.freerepublic.com/
8 - William Lobdell and Larry B. Stammer, "Mormon Scientist, Church Clash Over DNA Test; Anthropologist may be ousted for questioning teachings about Native American ancestry," LA Times, 2002-DEC-8, at: http://www.latimes.com/news/
9 - Doutrina e Convênios 28:8-9, 14; 30:6; 32:2; 54: 8
10 - Peter Crawley - A Descriptive Bibliography of the Mormon Church. Vol. 1, 1830–1847. p. 294–96. Cita Millennial Star , 15 de outubro de 1845


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SUGESTÃO DE OUTRAS FONTES PARA CONSULTA:



Brown (1998); Smith, D., et al. 1999. Distribution of MtDNA haplogroup X among Native North Americans. Am J Physical Anthropology 110 (3):271-84.

Brown, M., et al. 1998. MtDNA haplogroup X: An ancient link between Europe/Western Asia and North America? Am J Hum Genet 63 (6):1852-61.

Derenko, M., et al. 2001. The presence of mitochondrial haplogroup X in Altaians from South Siberia. Am J Hum Genet 69 (1):237-41.


Karafet, T., et al. 1999. Ancestral Asian source(s) of New World Y-chromosome founder haplotypes. Am J Hum Genet 64 (3):817-31.



Parr, R., et al. 1996. Ancient DNA analysis of Fremont Amerindians of the Great Salt Lake wetlands. Am J Phys Anthropol 99 (4): 507-18.

Reidla, M., et al. 2003. Origin and diffusion of mtDNA haplogroup X. Am J Hum Genet 73 (5):1178-90.

Reidla, M., et al. 2003. Origin and diffusion of MtDNA haplogroup X. Am J Hum Genet 73 (5):1178-90





Wang S., et al. 2007. Genetic variation and population structure in Native Americans. PLoS Genet 3 (11): e185.



OUTROS:
The Book of Mormon and New World DNA, parts 1-3, YouTube.

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